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3 set 2026

O que a lu.IA precisa saber da empresa

A lu.IA não adivinha. Ela responde com o que foi colocado na aplicação: serviços, preços quando podem ser ditos, prazos, horários, o que está fora e as frases que a marca não usa.

Antes de publicar, peço o material que o time já manda no WhatsApp. As respostas boas viram base. As respostas perigosas — chute de prazo, promessa, exceção escondida — viram limite. Essa separação é o miolo do case.

Se a informação não está na base, a frase certa é curta: não tenho esse dado, vou chamar alguém. Inventar uma resposta cordial é o erro que custa a confiança. Uma pessoa perdoa demora. Não perdoa um horário que não existia.

Por isso o projeto não começa pelo canal. Começa pela lista. O que o atendente pode afirmar sozinho. O que precisa confirmar. O que nunca deve dizer. A lu.IA fica boa quando essa lista está escrita, curta e revisada por quem atende de verdade.

Catálogo desatualizado produz atendente desatualizado. A aplicação precisa de um jeito simples de trocar preço, vaga e regra sem reescrever a persona inteira. O conhecimento muda. A voz fica.