28 set 2026
A passagem para uma pessoa faz parte do produto
Um atendente de IA que nunca chama alguém não é autônomo. É um beco. A pessoa insiste, o texto gira, e o time nem fica sabendo.
Na lu.IA a passagem é desenhada. A conversa vai para uma pessoa quando o pedido sai da base, quando há irritação, quando o assunto é sensível ou quando o cliente pede. Junto vai o histórico: o que foi perguntado, o que já foi respondido, o que ficou em aberto.
Quem assume não recomeça do “oi, como posso ajudar”. Entra no meio. Isso é o que o cliente percebe como respeito, mais do que qualquer frase bem educada do atendente.
Por isso a aplicação inclui fila, horário e um jeito simples de ler a conversa. O atendente não é um balão solto no site. É uma peça da operação. Se o time não consegue ver o fio, o case não está pronto — mesmo que a conversa pareça boa no teste.
O critério que eu uso é pequeno: uma pessoa nova no time, sem contexto, abre a conversa e sabe o que fazer em menos de um minuto. Se não sabe, a passagem ainda está incompleta.